POLIFAGIA EM ANIMAIS – por Martha Follain


“Rei dos animais - é como o humano descreve a si mesmo - eu te chamaria Rei das Bestas, sendo tu a maior de todas - porque as ajudas só para que elas te dêem seus filhos, para o bem da tua goela, a qual transformaste num túmulo para todos os animais” - Leonardo Da Vinci.


Polifagia ou hiperfagia, é fome excessiva e a consequente ingestão exagerada de alimentos sólidos (comida caseira ou ração). É quando o animal come compulsivamente. A polifagia pode estar associada à ansiedade, estresse, depressão, carência afetiva etc., ou a alterações orgânicas condicionantes: alterações no centro da saciedade, alterações hipotalâmicas (o hipotálamo é o centro integrador fundamental, pois comunica-se com várias regiões do sistema nervoso central, comunica-se com diversos órgãos periféricos através do sistema nervoso autônomo e do sistema endócrino e recebe informações de todos os órgãos os quais controla) ou alterações de alguns hormônios gastrointestinais. A polifagia, é recorrente – não acontece um único episódio.

Somente o médico veterinário poderá diagnosticar a causa da polifagia.

Os animais polifágicos, geralmente, são carentes e competitivos. Alguns comem excessivamente, muito rápido e vomitam logo após a ingestão do alimento.

A polifagia, na maioria dos casos, acontece quando há dois ou mais animais convivendo. Animais polifágicos devem ser tratados, pois a polifagia pode provocar o aparecimento ou ser causa de outras doenças: obesidade, diabetes, hipoglicemia, etc.

Como tratar:
- Consulta com o médico veterinário, que diagnosticará a causa da polifagia, e prescreverá o tratamento adequado;
- O proprietário, deverá alimentar, em primeiro lugar, o animal polifágico: geralmente, é o animal identificado como líder (entre os cães);
- O proprietário deverá aumentar as brincadeira, o contato com o animal (carinhos), e atividades físicas.

Florais de Bach e os Animais
“A origem da Veterinária confunde-se com os primórdios da domesticação dos animais. Ao longo dos tempos, e desde que as civilizações  foram se organizando em sistemas sociais mais complexos,  o exercício da medicina foi evoluindo gradualmente. Desde o antigo Egito, civilizações orientais, babilônios, gregos, romanos, império bizantino,etc., foram deixando documentos sobre as práticas medicinais nos animais e o estatuto do executante.  No século XVIII, em Lyon-França, é que se estabeleceu a primeira escola veterinária do mundo, segundo os modernos conceitos científicos.
A terapia com flores estará na gênese da Veterinária, com suas essências, agindo como coadjuvante no tratamento dos animais. Sabe-se também que as flores já eram utilizadas tanto pelos egípcios como  africanos e os malaios que já faziam uso para tratar os desequilíbrios físicos e emocionais. A farmacopeia ocidental baseou-se nos princípios das flores, plantas, ervas, até que muito recentemente se desenvolveram técnicas de mimetização dos princípios naturais pelos de síntese química e laboratorial. Por outro lado, com a crescente busca pela “imortalidade”, a ciência e a medicina vão testando os princípios ativos do reino das flores.

Com o passar dos tempos, sem que se perca o legado, introduz-se novos conhecimentos e conclui-se que tudo o que sabemos os nosso antepassados também já sabiam. A terapia vibracional vai ganhando um maior relevo nos dias que correm. Porque se há algo que caracteriza a nossa era é o conflito da dualidade. Se por um lado existe uma multidão cética (e outros tantos que o são por simples desconhecimento) por outro lado existe os que acreditam e aceitam. Os seres são entidade físico/energéticas, e as energias podem ser modeladas por estímulos negativos ou positivos (Florais).”

Dr. Paulo Alexandre de Matos Ribeiro – médico veterinário em Barcelos, Portugal.

Essências florais de Bach que podem ajudar o tratamento veterinário do animal com polifagia:
Agrimony, centaury, wild oat, walnut, cherry plum, larch, vervain, chicory, mustard e outras.


Martha Follain:
Formação em Direito, Neurolinguística, Hipnose, Regressão.
Terapia Floral de Bach, Aromaterapia, Fitoterapia Brasileira, Terapia Floral de Minas, Terapia Ortomolecular, Terapia de Integração Craniossacral – animais humanos e não humanos.
TEXTO REGISTRADO NA BIBLIOTECA NACIONAL

2 comentários :

Barbara vanessa publicou o comentário número:

Um post muito bem explicativo e detalhado,gostei x
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victória alicia publicou o comentário número:

Um post muito lindo e detalhado, adorei

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